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BE verifica no terreno a situação social da comunidade cigana de Meães

Com Licínio Fernandes, representante da comunidade cigana de Meães
Paulo Costa, José Luís Araújo e Inês Granja Costa com Licínio Fernandes, representante da comunidade cigana de Meães

A candidatura autárquica do Bloco de Esquerda visitou na passada semana a comunidade cigana de Meães, no âmbito de um conjunto de visitas que pretendem aprofundar a função social do município.

No quadro particular de análise de políticas públicas de habitação, especialmente focadas no acesso a uma habitação digna dos setores sociais de menores rendimentos e empobrecidos, o Bloco de Esquerda quer conhecer no terreno as mais diversas realidades económico-sociais no sentido de reduzir as assimetrias e contribuir para a coesão social.

No local, o BE foi confrontado com uma realidade de carência extrema que afeta aproximadamente oitenta pessoas, metade das quais são crianças. Confirmou-se a situação deficitária das habitações e a ausência geral de serviços essenciais de eletricidade e abastecimento de água. A somar às condições sociais degradantes e inaceitáveis num município como V. N. de Famalicão, o BE constatou a insuficiente ação de mediação intercultural do Município, o que objetivamente limita as possibilidades de proximidade da comunidade às instituições sociais e políticas locais, restringe as hipóteses de coesão social e a expõe progressivamente a mais carências.

Perante a realidade verificada no terreno, o Bloco considera ser urgente uma intervenção dos serviços sociais da Câmara Municipal, no sentido de criar no imediato condições mínimas de vida, nomeadamente no direito a habitação condigna. São também necessárias medidas urgentes de aproximação às instituições e atualizadas políticas de integração que possam corresponder aos esforços de integração na sociedade manifestados pelos responsáveis desta comunidade cigana.

De acordo com o candidato do BE à Câmara Municipal, José Luís Araújo, “como vereador do Bloco na Câmara Municipal irá empenhar-se para que o novo ciclo autárquico seja marcado pelo investimento nos direitos sociais e pelo desenvolvimento do território de forma inclusiva, em que não haja privilegiados nem esquecidos”

Famalicão para tod@s!