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Greve dos trabalhadores do Lidl com adesão de mais de 80%

A paralisação teve lugar nos entrepostos do Lidl da Marateca (Setúbal), Ribeirão (Famalicão) e Torres Novas (Santarém) entre as 12h do dia 23 e as 24h do dia 24 de dezembro. Trabalhadores contestam “a posição da empresa de não negociar aumentos salariais e o caderno reivindicativo”.

Segundo avança o CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, mais de 80% dos trabalhadores do entreposto da Marateca aderiram à greve. Em Torres Novas a adesão rondou os 50%.

A estrutura sindical denuncia ainda que a empresa contratou cerca de 30 trabalhadores para substituir ilegalmente trabalhadores em greve.

O protesto resultou do facto de a empresa não negociar aumentos salariais e o caderno reivindicativo.

Entre as reivindicações dos trabalhadores, consta o aumento de 1€ por dia nos salários, a passagem a contrato sem termo dos trabalhadores com contrato a termo a ocupar postos de trabalho permanentes e a integração nos quadros do LIDL dos trabalhadores das empresas de trabalho temporário a ocupar postos de trabalho permanentes.